Assumar Martins

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5 dicas para manter seu perfil saudável no Facebook

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O acesso à internet ampliou as possibilidades de acesso às informações e diminuiu diversos espaços físicos. Neste processo evolutivo, as redes sociais sugiram para promover o engajamento a favor de determinadas ideias, além de aglutinar pessoas em grupos de interesse em relação a alguma causa. Sob esta realidade, o Facebook despontou como a maior e principal mídia colaborativa já que, todos os dias, processa 26 bilhões de conteúdos, promove 2 trilhões de cliques e conta com mais de 400 milhões de visitas à sua rede.
Além de estimular o compartilhamento de conteúdo entre diversos públicos, a rede social atrai, cada vez mais, os olhares dos malfeitores virtuais e cibercriminosos. Por isso, a Norton separou algumas dicas para que o internauta possa se prevenir de vulnerabilidades e armadilhas na rede.
Veja as dicas nas páginas a seguir.

Curtir e Compartilhar:

Esta é a fraude mais comum no momento e, geralmente, o usuário é estimulado a curtir e compartilhar certo conteúdo para receber algum tipo de prêmio ou acesso a algo prometido. Também existe a variação de quando a pessoa é imediatamente direcionada a responder uma pesquisa ao endossar determinada informação. Para se ter uma ideia, cada questionário respondido rende ao autor da enquete uma comissão que varia entre US$ 0,50 e US$ 20. E mais: o moderador ganha o “direito” de acessar informações sigilosas.
Na maioria das vezes, é muito difícil distinguir se o conteúdo é maléfico ou não. Por isso, a recomendação é que os usuários estejam sempre atentos ao acessarem qualquer tipo de dado, principalmente, se forem questionados por informações pessoais. Ser cético e crítico são opções sempre válidas. De qualquer forma, ao identificar uma ameaça, as pessoas podem reportar e marcar o conteúdo com Spam, informando ao Facebook.

Curtir conteúdo invisiveis:

Ao acessar alguma informação que lhe é interessante, o usuário pode estar, na verdade, curtindo um conteúdo invisível, que pode ser danoso. Por exemplo, as pessoas acreditam que clicaram para assistir um vídeo, mas, na verdade, estão dando um “Like”, sem saber do que se trata. O alerta vale para os internautas terem cuidado constante no acesso aos links, assim como no teor das mensagens, principalmente, aquelas que promovem imagens e vídeos.

Aplicações maliciosas:

Esta é uma das mais velhas fraudes encontradas no campo da social media. Atualmente, ocupa a terceira posição no ranking, sendo que, até o final de 2010, era elencada como a principal forma de ameaça. Geralmente, o público é atraído a instalar aplicações maliciosas, acreditando que são indicadas pelo Facebook. Porém, ao acessar um conteúdo duvidoso, o usuário permite que o fraudador acesse o seu perfil e publique informações a partir dele.  Por isso, é extremamente importante que se tome cuidado ao baixar uma aplicação. Atenção redobrada para aqueles Apps que demandam muitas permissões e questionam demais. Na dúvida, não instale nada.
Marcar imagens e fotos Uma atividade comum no Facebook é colocar uma tag (marcação, em inglês) de amigos em fotos, imagens e mensagens, promovendo uma interação ainda maior entre as pessoas. Mas é necessário ter cuidado porque, algumas vezes, o navegador social pode ter uma surpresa e ser marcado sem reconhecer do que se trata a informação. Ao ser apontado, a pessoa recebe em seu e-mail uma notificação e, por curiosidade, logo clica para saber qual é a mensagem ao qual foi atrelada. Aí que está o perigo. Existem três iniciativas a serem tomadas, quando se percebe a situação duvidosa: direcionar o perfil à lista pessoal de bloqueados, desabilitar a marcação na imagem que direciona ao seu perfil e revisar a própria configuração para a ação.

Phishing

Ao contrário do que se imagina, o Phishing é uma armadilha que também existe para encurralar usuários do Facebook e não apenas internautas dos sites convencionais. Apresentam diversas formas e, aqui, podem aparecer em mensagens falsas que sinalizem que o perfil tem um pedido pendente de um amigo ou, então, que a página pessoal foi excluída.  Ao clicar neste link, a pessoa é direcionada a uma página que imita o endereço original da rede social. Neste caso, os internautas devem ter cuidado, mais uma vez, ao clicar em endereços e ao visualizar mensagens, sempre buscando saber a procedência das informações. Além disso, acessar a rede social pela página oficial é a melhor opção.

Enviar brincadeiras pela rede:

Correntes com informações engraçadas, piadas e brincadeiras fazem partem do ambiente da internet e não é diferente nas mídias sociais. Geralmente, quem envia estes conteúdos pede para que a sua rede também redirecione a mais pessoas, pulverizando a informação. Apesar de não conterem links maliciosos, estes dados são difundidos na web como uma praga, espalhando rumores indevidos. Então, por quê receber e repassar mensagens falsas? Além de divulgar ideias ruins, o usuário fica suscetível a outros malefícios, que podem redistribuir um conteúdo mentiroso a toda a sua lista de contatos.
Infelizmente, os criminosos virtuais estão se reinventando e criando, de forma constante, novos métodos para lesar os partidários das redes sociais. Por isso, estar ciente dos tipos de fraudes existentes é uma maneira de se precaver e manter o seu ambiente virtual seguro. Porém, se você já foi vitima de algum conteúdo malicioso nas mídias sociais a opção é limpar seu perfil completamente: remover posts ofensivos e aplicações duvidosas do seu mural e mudar a senha de acesso. Outra recomendação importante é conhecer a área de configurações do Facebook, pois nela é possível saber as melhores práticas para manter a privacidade da sua página e segurança da sua rede de uma forma geral.

Fonte: Symantec | Olhar Digital

Escrito por Assumar Martins

10 de maio de 2012 em 11:44 AM

Ativistas de software livre lançam serviço de buscas contra Google e Bing

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Chamado de YaCy, serviço gratuito usa rede P2P para fugir das “grandes empresas” e da “falta de privacidade”; usuários podem melhorar software.

Ativistas de software livre lançaram uma ferramenta de busca peer-to-peer (P2P, ponto a ponto) para concorrer com Google, Yahoo, Bing (da Microsoft) e outros serviços do tipo.

O serviço gratuito YaCy chega com uma nova abordagem em buscas. Em vez de usar um servidor central, seus resultados de busca vêm de uma rede de “peers” independentes – usuários que já baixaram o YaCy. O objetivo é fazer com que nenhuma empresa possa decidir o que será listado, ou em qual ordem os resultados aparecem.

“A maior parte do que fazemos na Internet envolve buscas. É a ligação vital entre nós e a informação que estamos buscando. Para uma função tão essencial, não podem confiar em algumas poucas grandes empresas e comprometer nossa privacidade no processo”, afirmou o líder do projeto, Michael Christen.

O projeto tem apoio da Free Software Foundation Europe (FSFE), que está preocupada com o fato de as principais ferramentas de buscas terem muito controle e poder sobre quais informações os usuários podem encontrar na Internet. “Essa empresa também saberá no que você está interessado atualmente. Os termos de busca usados dizem aos outros muito do que você está pensando. A publicidade direcionada é apenas o uso mais benigno desses dados”, explicou o presidente da FSFE, Karsten Gerloff.

“Estamos saindo da ideia de que serviços precisam ser controlados centralmente. Em vez disso, estamos percebendo o quão importante é ser independente, e criar uma infraestrestrutura que não tenha um único ponto falho”, completou Gerloff.

A rede do YaCy atualmente possui cerca de 600 “peers”, mas os organizadores do projeto esperam que isso cresça juntamente com outros projetos de software livre que buscam substituir serviços dirigidos de modo central. Por exemplo, o identi.ca (status.net) oferece uma alternativa de software livre gratuita ao Twitter; já o diaspora (joindiaspora.com) e muitos outros fornecem uma alternativa gratuita ao Facebook.

Como costuma acontecer nos estágios iniciais de uma tecnologia nova, os resultados são melhores em alguns tópicos do que outros – principalmente em questões ligadas a computação.

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Novo buscador chega para brigar contra grandes empresas

Os usuários do YaCy criam sumários e rankings individuais de buscas, para que os resultados combinem melhor com o que sendo buscado. Cada instância do software contém um protocolo de rede P2P para trocar sumários de busca com outras ferramentas do YaCy.

Qualquer internauta pode testar a ferramenta de buscas em http://search.yacy.net/. Os usuários podem se tornar parte da rede do YaCY ao instalar o software em seus computadores. O YaCy é um software livre, por isso qualquer pessoa pode usá-lo, compartilhá-lo e melhorá-lo. Atualmente ele está disponível para os sistemas GNU/Linux, Windows e Mac OS. O projeto também está em busca de desenvolvedores e outros contribuidores.

Fonte: NOW!

Escrito por Assumar Martins

29 de novembro de 2011 em 11:36 AM

Dê um jeito em sua estante virtual

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Como visualizar, catalogar e editar metadados de sua coleção de livros digitais para evitar a bagunça nos arquivos de leitura

Não reproduza no mundo digital a bagunça das prateleiras da vida real. Com o gerenciador Calibre você pode visualizar e catalogar os e-books por título, autor, série, editora e tags, com funções para edição dos metadados e inclusão de capas. Ele é uma espécie de iTunes dos livros digitais, que também converte os documentos para mais de dez formatos, entre eles os populares ePub e AZW, a extensão do Kindle. Para converter um e-book do formato PDF para o ePub, basta um clique com o botão direito do mouse em cima do título do livro e um clique na opção Converter Livros. Outra opção para gerenciamento e visualização é o Adobe Digital Editions, que é compatível apenas com e-books nos formatos ePub e PDF, mas quebra um galhão na leitura de livros protegidos por DRM, a trava digital que impede a livre execução dos arquivos em máquinas diferentes

Dicas: Infoexame

Escrito por Assumar Martins

31 de janeiro de 2011 em 3:41 PM

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