Segundo o Google, mais de 4,5 milhões de pessoas assinaram a petição on-line contra os projetos de lei antipirataria Pipa e Sopa. O Twitter disse que mais de dois milhões de posts sobre o tema foram tuitados na rede e cerca de 90 milhões de pessoas pesquisaram na Wikipedia sobre o tema.
Veja galeria de páginas de protesto contra a lei
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Outros quatro milhões usaram a ferramenta de busca que a enciclopédia on-line disponibilizou para encontrar contatos de congressistas norte-americanos pelo CEP.
Enquanto isso, quase meio milhão de pessoas curtiram o post de Mark Zuckerberg no Facebook. O fundador da maior rede social do mundo diz que vai se opor a qualquer lei que tente ferir a liberdade da internet.
Os protestos, realizados por dezenas de milhares de sites nesta quarta-feira (18), minaram boa parte do apoio de congressistas aos projetos. Vários legisladores abandonaram e repensaram o suporte às leis que colocaram em lados opostos os interesses da nova mídia contra alguns dos mais poderosos interesses comerciais conservadores dos EUA.
SOPA
O Sopa (Lei para Parar com a Pirataria On-line, em inglês) tem colocado em fronts opostos setores do Congresso dos EUA, gigantes da área de entretenimento e titãs da internet, apoiados por juristas e acadêmicos.
A favor da lei, estão as indústrias de cinema, TV e música, além de provedoras de TV a cabo e internet.
No campo oposto, estão empresas como Google, Yahoo!, YouTube, Facebook, Foursquare e Mozilla, que afirmam que a linguagem vaga do projeto torna portais, sites de busca e redes sociais legalmente responsáveis por abrigar sites e links com conteúdo pirata e passíveis das mesmas penas: bloqueio sumário e veto a anunciantes.
Com esse ônus, a lei busca monitorar com lupa o conteúdo. As empresas, porém, dizem que é tarefa impossível e que seriam levadas a censura preventiva.
Fonte: Folha Online


